As crianças da modalidade Complemento Escolar receberam a visita super especial dos alunos do 3º período de Fonoaudiologia da Universidade Nilton Lins e realizaram com elas a oficina que abordou o tema “Acessibilidade e Inclusão Social” de bebês e crianças fissuradas.
A proposta desenvolver a empatia desde cedo, levando esse tema ao público infantil de forma leve e lúdica para ensinar as crianças a olharem para o próximo com carinho e respeito. O intuito é transformar informação em inclusão, mostrando que a fissura é apenas uma característica, não uma limitação, e que toda criança merece brincar, estudar e ser acolhida sem barreiras. Segundo as orientadoras Tatiana Santos e Higida Alves, “é uma possibilidade combater o bullying com conscientização para que o preconceito dê lugar à amizade no dia a dia”, explica elas.
O projeto também destaca o papel emocionante da Fonoaudiologia e a extrema importância do apoio materno. As orientadoras também ressaltam que o cuidado começa desde o nascimento, acolhendo e orientando a mamãe nas dificuldades com a amamentação e alimentação do bebê, e segue acompanhando a criança para que ela desenvolva sua fala, sua comunicação e ganhe o mundo com um sorriso seguro.
A equipe conclui que “quando a gente planta empatia na infância e apoia as famílias, constrói um futuro livre de preconceitos”.
O que é uma criança fissurada?
A fissura labiopalatina acontece quando o lábio ou o céu da boca não se fecham completamente durante a gestação. Isso pode dificultar um pouquinho tarefas simples como mamar, engolir e, no futuro, falar. Com as cirurgias certas e o tratamento adequado, todas essas barreiras desaparecem. O que essas crianças mais precisam é de um ambiente acolhedor para crescerem e sorrirem sem medo.
